Para reconstruir um sinal de frequência f₀ sem distorção, a taxa de amostragem fₛ deve satisfazer fₛ > 2·f₀. Este limiar é chamado de frequência de Nyquist.
Quando a condição é atendida, o Teorema da Amostragem garante que o sinal contínuo original pode ser recuperado exatamente a partir das amostras discretas — o sinal construído (verde) acompanha de perto a curva cinza.
Quando fₛ < 2·f₀, ocorre aliasing: os mesmos pontos amostrados (bolinhas azuis) também pertencem a uma senoide de frequência muito mais baixa. É essa senoide — não a original — que o sinal construído (vermelho) acaba representando.
A frequência alias é calculada por f_alias = | f₀ − round(f₀/fₛ)·fₛ |. O artefato é irreversível — amostrado com fₛ insuficiente, a informação original não pode ser recuperada.